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Na que em Lisboa é a rua que chama pelo nome de Dom Pedro V, na porta nº 1, localização a meio termo entre o buliçoso Príncipe Real e o noctívago Bairro Alto abriu em final de 2011 um espaço dedicado à doçaria conventual que, no nome e na oferta, afasta os amargos de boca.
Tem nome de flor mas é ao peixe que dedica as horas do seu dia. Desde os 9 anos que Açucena trabalha com este produto e garante que é muito feliz assim.
No Porto um espaço que se acomoda nas reconfortantes memórias das antigas mercearias de bairro e que reúne sabores regionais portugueses. Mel, compotas, queijos, vinhos, azeites, muito mais, com a assinatura de pequenos produtores.
No Porto um espaço que se acomoda nas reconfortantes memórias das antigas mercearias de bairro e que reúne sabores regionais portugueses. Mel, compotas, queijos, vinhos, azeites, muito mais, com a assinatura de pequenos produtores.
No Porto um espaço que se acomoda nas reconfortantes memórias das antigas mercearias de bairro e que reúne sabores regionais portugueses. Mel, compotas, queijos, vinhos, azeites, muito mais, com a assinatura de pequenos produtores.
Conheça um viveiro único, em Vila Nova de Gaia, com mais de 150 espécies de plantas aromáticas, medicinais e condimentares.
O número de porta é fácil de memorizar. Faz-se com três três. Na sempre atarefada e lisboeta Rua de São Bento, tradicionalmente dada às lojas de antiguidades e a salões de chá aninhados em espaços intimistas e confortáveis, há desde há alguns meses uma loja/oficina entregue às tentações com cacau.
D.O.P. é uma sigla que, como é do conhecimento geral, designa Denominação de Origem Protegida. No caso concreto de um espaço Gourmet localizado no Centro Comercial Acqua Roma, na Avenida de Roma em Lisboa, D.O.P. vai mais longe e, para além de subentender o atrás exposto, acrescenta-lhe uma nota um pouco mais apelativa, referindo “Delicias de Origem Portuguesa”.
Gadus Morhua, o nome é enfático. Duas palavras que se condensam numa única, resultando um termo mais familiar e próximo dos portugueses e da mesa nacional: Bacalhau. A conversa faz-se com quem de peixe percebe.
Enquanto não se inventa a vacina para a maleita chamada crise, uma boa solução pode ser uma dose moderada de coloridas gomas de boa disposição. Isso mesmo propõe a Funmácia.