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Chega tenro, de repente, como quem chama por mim. Será o melhor bife de Oeiras? O pior não é certamente, tomara muitos saberem assim. Um poema de Jaime Abreu.
Jaime Abreu foi a uma das capelinhas do bife na pedra. Para narrar essa experiência sociológica tomou a liberdade de reinterpretar a última crónica do seu arquitecto favorito.
Jaime Abreu temeu o pior quando soube de mudanças na 2780. Mas bastou-lhe sentar-se à mesa e comer uma fatia de pão de Guiness para perceber que, afinal, vale a pena voltar onde já se foi feliz.
Na baía portuária dos Condes de Óbidos Jaime Abreu encontrou nostalgia, uma grelha competente e um paquete italiano estacionado. Bem estacionado, para variar.
Este sim, devia ter sido o primeiro restaurante de José Avillez, diz Eduardo Mamede, que ficou convencido com o novo cantinho do Chiado.
A taberna da moda, da fábrica do momento, não convenceu Lourenço Viegas. Demasiadas oscilações nos pratos, sem a qualidade da ex-irmã.
Se as misses pedem paz no mundo, Jaime Abreu pede mais restaurantes como A Paz no seu mundo. A culpa é dos filetes. Mas não só.
A dois passos do Largo do Rato, Eduardo Mamede encontrou uma sopa de sonho, numa espécie de snack-bar disfarçado de restaurante exótico.
No bistrô do Bairro Azul, Jaime Abreu percebeu que a água de um oásis pode não matar a sede.
No restaurante com o nome menos pretensioso da cidade, Jaime Abreu encontrou uma picanha com personalidade. E fez uma rima.